Comecei a fazer aula de violino. Beleza.
Na primeira a aula, a professora recomendou:
Professora: quando for treinar em casa, alongue-se primeiro.
Eu (pensando que ela tinha confundido violino com natação): alongar?
Professora: ééé. Senão, você vai ficar com o braço direito dolorido. Vamos alongar agora para você aprender.
Fizemos uma série de alongamentos. Eu não aguentava mais. Quando eu malhava, já detestava me alongar. Imagina essa, agora! Numa aula de música! Repeti os movimentos, mas achei uma perda de tempo e me comprometi comigo mesma a não me alongar em casa.
No dia seguinte, comprei meu violino. Todo animado, treinei quase todos os dias entre a primeira aula e a segunda.
Ontem, eu não conseguia nem levantar meu braço direito de tanta dor.
Aprendi várias coisas com esse episódio.
Não subestimar as lições dos professores. Ouvir as pessoas. Acreditar em alongamentos. E, claro, acreditar fortemente que estou malhando meu braço direito.
Se eu voltar à academia, não quero nem saber: exercícios, só com o squerdo.Independentemente do que o instrutor aconselhar!
Beijos, amanha prometo, tem mais.
Quarta-feira, 18 de Março de 2009
Segunda-feira, 2 de Março de 2009
Comentando sobre transparência entre amigos, família e afins
Da série...
... transparência entre amigos, família e afins
Episódio 1: Para que inventar uma desculpa?
Combinei com uma grande amiga de sairmos à noite. Um bar, um café, enfim. Beleza. À tarde, ela me liga:
Eu: e aí?
J.: não vou mais, tudo bem?
Eu: sério? Vai ficar aí no trabalho até tarde?
J.: não, não. É que vou sair com outras amigas minhas.
Eu: hã?
J.: desculpa, mas a R. e B. me chamaram, sabe, e eu resolvi cancelar com você. Nós já nos vimos esta semana, nem estamos com saudade.
Amigas, amigas. Desculpas do tipo “estou com dor de barriga” ou “lembrei que tenho um aniversário” à parte...
Aguardem o episódio 2: “Sobre cachorros de estimação”
Voltei, beijos, amanha tem mais
... transparência entre amigos, família e afins
Episódio 1: Para que inventar uma desculpa?
Combinei com uma grande amiga de sairmos à noite. Um bar, um café, enfim. Beleza. À tarde, ela me liga:
Eu: e aí?
J.: não vou mais, tudo bem?
Eu: sério? Vai ficar aí no trabalho até tarde?
J.: não, não. É que vou sair com outras amigas minhas.
Eu: hã?
J.: desculpa, mas a R. e B. me chamaram, sabe, e eu resolvi cancelar com você. Nós já nos vimos esta semana, nem estamos com saudade.
Amigas, amigas. Desculpas do tipo “estou com dor de barriga” ou “lembrei que tenho um aniversário” à parte...
Aguardem o episódio 2: “Sobre cachorros de estimação”
Voltei, beijos, amanha tem mais
Terça-feira, 6 de Janeiro de 2009
Comentando sobre O bridge, as regras e a realidade
Passei parte da minha adolescência jogando bridge com meus amigos. Para aqueles que não sabem, é um jogo de cartas. Tem fama de complexo, difícil. E é chique, sabe. Pelo menos, a gente achava. Alguém tinha espalhado que era o jogo das velhinhas inglesas. O caso é que enchíamos a boca para falar que jogávamos bridge e nos divertíamos muito com o jogo em si.
Passávamos noites entretidos, geralmente na casa de um deles. Vinho e charuto regavam nossos jogos.
Ok, apenas Coca -Cola e, no máximo, um Fandangos.
Bom. Os anos se passaram e a gente parou de jogar. Perdemos o hábito, sei lá. Coisas da vida. Na verdade, só nos demos conta disso ontem, uns dez anos depois da nossa época áurea do jogo. Começamos a conversar sobre isso. Era tão bom. Tão divertido. Por que paramos? Por quê? Com um baralho na mão e muita nostalgia na cabeça (ok, péssima), resolvemos ressuscitar o bridge. Ok, agora já adultos e com uma turma menor mas o que importa é que era nosso bridge querido.
Ou não. Porque, agora, chega de poesia e vamos para...
... o bridge, as regras e a realidade
Sentamos à mesa: eu, Janeide, Cleia e o Marcos (que não participou da nossa época áurea e insistia para a gente jogar buraco). Pegamos a garrafa térmica cheia de café. O baralho. E, aí, nos demos conta de que tínhamos esquecido as regras.
Mas tudo bem, né? Anos tinham se passado, acontece. E, afinal de contas, o Google está aí para isso. Fomos para o computador. Digitamos "bridge regras". Mas abriu um site com regras totalmente diferentes das que conhecíamos. Beleza, site ruim, acontece isso no Google.
Daí abrimos outro site errado. E mais outro. Não é possível, não existe um site com as regras certas do bridge?
Bem, depois de dezenas de sites errados, era hora de encarar a realidade. A gente nunca tinha jogado bridge. Provavelmente, era algum jogo maluco que Fernanda inventou. Algumas regras eram até parecidas, com alguma boa vontade da nossa parte. Mas o fato é que bridge mesmo, pelo que pesquisamos, é muito mais complexo do que nosso jogo. Com muito otimismo, posso dizer que passei a minha adolescência jogando, no máximo, um pseudo-bridge para crianças.
Ai, ai.
Me sinto um filho que só agora, na idade adulta, descobriu que sua família não era verdadeira.
Mas tudo bem. Vamos começar 2009 encarando os fatos. Por um ano novo fora da matrix!
(E o que importa é que, no fim, telefonamos para Fernanda, ela nos lembrou das regras e passamos a madrugada jogando o jogo que ela inventou. Como nos velhos tempos!)
Até amanhã e vamos viver um FELIZ 2009
Passávamos noites entretidos, geralmente na casa de um deles. Vinho e charuto regavam nossos jogos.
Ok, apenas Coca -Cola e, no máximo, um Fandangos.
Bom. Os anos se passaram e a gente parou de jogar. Perdemos o hábito, sei lá. Coisas da vida. Na verdade, só nos demos conta disso ontem, uns dez anos depois da nossa época áurea do jogo. Começamos a conversar sobre isso. Era tão bom. Tão divertido. Por que paramos? Por quê? Com um baralho na mão e muita nostalgia na cabeça (ok, péssima), resolvemos ressuscitar o bridge. Ok, agora já adultos e com uma turma menor mas o que importa é que era nosso bridge querido.
Ou não. Porque, agora, chega de poesia e vamos para...
... o bridge, as regras e a realidade
Sentamos à mesa: eu, Janeide, Cleia e o Marcos (que não participou da nossa época áurea e insistia para a gente jogar buraco). Pegamos a garrafa térmica cheia de café. O baralho. E, aí, nos demos conta de que tínhamos esquecido as regras.
Mas tudo bem, né? Anos tinham se passado, acontece. E, afinal de contas, o Google está aí para isso. Fomos para o computador. Digitamos "bridge regras". Mas abriu um site com regras totalmente diferentes das que conhecíamos. Beleza, site ruim, acontece isso no Google.
Daí abrimos outro site errado. E mais outro. Não é possível, não existe um site com as regras certas do bridge?
Bem, depois de dezenas de sites errados, era hora de encarar a realidade. A gente nunca tinha jogado bridge. Provavelmente, era algum jogo maluco que Fernanda inventou. Algumas regras eram até parecidas, com alguma boa vontade da nossa parte. Mas o fato é que bridge mesmo, pelo que pesquisamos, é muito mais complexo do que nosso jogo. Com muito otimismo, posso dizer que passei a minha adolescência jogando, no máximo, um pseudo-bridge para crianças.
Ai, ai.
Me sinto um filho que só agora, na idade adulta, descobriu que sua família não era verdadeira.
Mas tudo bem. Vamos começar 2009 encarando os fatos. Por um ano novo fora da matrix!
(E o que importa é que, no fim, telefonamos para Fernanda, ela nos lembrou das regras e passamos a madrugada jogando o jogo que ela inventou. Como nos velhos tempos!)
Até amanhã e vamos viver um FELIZ 2009
Quinta-feira, 11 de Dezembro de 2008
Comentando sobre o post anterior
A historinha é assim:
Um sábio chinês se viu perseguido por um tigre. Encurralado, subiu numa macieira. Mas eis que, no galho à sua frente, viu uma cobra. Pensando no que fazer, se ficar com a cobra ou descer para o tigre, ele viu uma maçã.
E aí ele mordeu a fruta e disse:
Sábio chinês: Hum, que delícia de maçã!
Adoro essa história!
Ehehehehehhehee
Amanhã tem mais.
Um sábio chinês se viu perseguido por um tigre. Encurralado, subiu numa macieira. Mas eis que, no galho à sua frente, viu uma cobra. Pensando no que fazer, se ficar com a cobra ou descer para o tigre, ele viu uma maçã.
E aí ele mordeu a fruta e disse:
Sábio chinês: Hum, que delícia de maçã!
Adoro essa história!
Ehehehehehhehee
Amanhã tem mais.
Terça-feira, 9 de Dezembro de 2008
Comentando sobre uma historinha chinesa
Hoje, fiz uma coisa que sempre quis fazer quando alguém me pedisse um conselho. Sempre. Só não fazia porque não achava conexão entre a situação exposta pela pessoa e o que eu queria fazer, sabe. Mas, hoje, eu achei.
Pela manhã, no centro. M., de uma loja, veio me contar um problema pessoal e pedir minha opinião. De repente, senti que era o momento. A hora de fazer o que sempre quis fazer quando tivesse o gancho, sabe? Ela acabou de falar, me olhou e, em vez de comentar diretamente o que ela disse, eu falei:
Eu: Vou contar uma fábula chinesa que ilustra bem sua situação. Ela ficou imóvel, me olhando.
Era a primeira vez na vida que uma pessoa me contou um problema e eu me lembrei de alguma historinha chinesa que ilustrasse bem aquela situação! Daí, sob os olhares atentos dela, eu contei a historinha.
Mas, para meu desgosto, tudo o que ela comentou quando eu acabei é que eu já fui muito, mas muito melhor para dar conselhos.
Ai, ai.
Eu imaginava um desfecho melhor para esta frase que guardei por tanto tempo.
Mas ainda acho que minha historinha se encaixou muito bem no caso e que o problema é que a mente ocidental dela não conseguiu captar a mensagem. Nem todos estão preparados para resolver seus problemas com base na sabedoria oriental.
Beijos, amanhã tem mais.
Ah, chero pra Ivana, voltei sim, obrigado por estar lendo. Daqui a pouco o pessoal da TCM vem gravar o quadro Invasao aqui em casa. Amanhã eu digo como foi.
Pela manhã, no centro. M., de uma loja, veio me contar um problema pessoal e pedir minha opinião. De repente, senti que era o momento. A hora de fazer o que sempre quis fazer quando tivesse o gancho, sabe? Ela acabou de falar, me olhou e, em vez de comentar diretamente o que ela disse, eu falei:
Eu: Vou contar uma fábula chinesa que ilustra bem sua situação. Ela ficou imóvel, me olhando.
Era a primeira vez na vida que uma pessoa me contou um problema e eu me lembrei de alguma historinha chinesa que ilustrasse bem aquela situação! Daí, sob os olhares atentos dela, eu contei a historinha.
Mas, para meu desgosto, tudo o que ela comentou quando eu acabei é que eu já fui muito, mas muito melhor para dar conselhos.
Ai, ai.
Eu imaginava um desfecho melhor para esta frase que guardei por tanto tempo.
Mas ainda acho que minha historinha se encaixou muito bem no caso e que o problema é que a mente ocidental dela não conseguiu captar a mensagem. Nem todos estão preparados para resolver seus problemas com base na sabedoria oriental.
Beijos, amanhã tem mais.
Ah, chero pra Ivana, voltei sim, obrigado por estar lendo. Daqui a pouco o pessoal da TCM vem gravar o quadro Invasao aqui em casa. Amanhã eu digo como foi.
Segunda-feira, 1 de Dezembro de 2008
Comentando sobre ser um vendedor de imoveis
Meu amigo Bruno pediu que eu o ajudasse a comprar uma escrivaninha e um criado-mudo – basicamente, ele queria que eu medisse o quarto com ele, o levasse para lá e para cá, ajudasse a escolher os móveis e transportasse tudo para a casa dele. Resumindo, além de companhia, ele queria meus serviços de decorador, motorista e carreto. Eu, que estava num dia multifacetado, acabei executando também o serviço de...
... vendedor de móveis
Chegamos à quarta loja no centro, depois de olharmos umas escrivaninhas com preço e design mais ou menos. Bruno estava se decidindo com qual das mais ou menos ia ficar, quando entramos numa loja superlegal – e não super mais ou menos, como as outras.
Eu: olha essa escrivaninha! Olha esse criado!
Bruno: olha esse preço!
Eu: são lindos!
Bruno: droga, Zé, são lindos mesmo! Por que você me trouxe aqui? Que saco! Aí entrou minha parte vendedora. A vendedora da loja foi falar das vantagens ds móveis e:
Ela: o acabamento é perfeito, dá uma olhada.
Eu: e as peças combinam muito com seu quarto.
Ela: o design é diferenciado.
Eu: o criado se encaixa embaixo da escrivaninha.
Ela: por esse preço, você não acha igual.
Eu: e um móvel desses é para toda a vida.
Meio zonzo, Buno se sentou.
Vendedora: para quê pensar? Compre agora.
Eu: você achou o que quer, não precisa procurar.
Vendedora: é um investimento.
Eu: se você não comprar, toda vez que olhar para sua escrivaninha, vai se lembrar dessa.
Vendedora: entregamos na sexta.
Eu: e o desconto à vista é ótimo.
Vencido, ele comprou.
A escrivaninha e o criado-mudo.
Claro, ele gastou três vezes mais do que pretendia, mas o que tem? Entre meus serviços, ele não solicitou o de “controlador de gastos”.
A escrivaninha e o criado-mudo.
Claro, ele gastou três vezes mais do que pretendia, mas o que tem? Entre meus serviços, ele não solicitou o de “controlador de gastos”.
Eu não me considero pão-duro, mas... fazer compras com dinheiro dos outros é tão mais divertido!
P.S.: como a entrega da loja era rápida e grátis, nem tive que usar meu serviço de carreto!
Beijos, amanhã tem mais.
Segunda-feira, 24 de Novembro de 2008
Sobre Pensamentos X ações (ou: faça o que eu digo...)
Nossa, nem acredito que estou postando todos os dias! Isso e bom. Certo, já passou de uma da tarde. Mas, sem mais enrolação, vamos lá...
... pensamentos X ações(ou: faça o que eu digo...)
Semana passada, fui almoçar com um amigo. Na hora de pedir...
Eu: duas Cocas normais, por favor.
Ele: nããão! A minha é zero.
Eu: Coca Light? Você??
Ele: não é light, sua louca. É ZERO.
Eu: que seja. Você sempre pede Coca normal! Não estou te reconhecendo!
Ele: pedia, Zé. (apertando a barriga). Olha essa banha aqui. Olhei, não vi banha nenhuma, mas continuei como se tivesse visto.
Eu: essa banha está aí porque você é sedentário. Por que você não pensa como eu? Em vez de mexer na alimentação, se exercita?
Ele: você está se exercitando?
Eu: não, mas eu penso isso. Ele nem sequer levou meu comentário em consideração. Só porque eu não FAÇO isso.
O ponto é: ele ficou olhando para minha Coca normal. E ele deveria fazer ginástica.
Beijocas, amanhã tem mais.
... pensamentos X ações(ou: faça o que eu digo...)
Semana passada, fui almoçar com um amigo. Na hora de pedir...
Eu: duas Cocas normais, por favor.
Ele: nããão! A minha é zero.
Eu: Coca Light? Você??
Ele: não é light, sua louca. É ZERO.
Eu: que seja. Você sempre pede Coca normal! Não estou te reconhecendo!
Ele: pedia, Zé. (apertando a barriga). Olha essa banha aqui. Olhei, não vi banha nenhuma, mas continuei como se tivesse visto.
Eu: essa banha está aí porque você é sedentário. Por que você não pensa como eu? Em vez de mexer na alimentação, se exercita?
Ele: você está se exercitando?
Eu: não, mas eu penso isso. Ele nem sequer levou meu comentário em consideração. Só porque eu não FAÇO isso.
O ponto é: ele ficou olhando para minha Coca normal. E ele deveria fazer ginástica.
Beijocas, amanhã tem mais.
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